Viva Santo Antonio!! Viva São João!!! Viva São Pedro!!!




















*****



AGORA QUE VOCÊ DANÇOU

BASTANTE; QUE TAL SE

FARTAR DAS GULOSEIMAS

E TOMAR AQUELE QUENTÃO?

E !

CLIQUE NAIMAGEM ABAIXO!

*****



SABOREIE AS GULOSEIMAS!

*****







































CAPELINHA DE MELÃO/MÚSICA COMPLETA/COM ALBERTO RIBEIRO E BRAGUINHA





































Lay Dininha








































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12/08/2007 a 18/08/2007

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Créditos








ACESSE  O BLOG  FOLCLORE E DIVIRTA-SE COM BRINCADEIRAS, ARTIGOS, LENDAS, RECEITAS,PROVÉRBIOS, CHARADAS, FOTOS,  CANTIGAS DE RODA E OUTROS ITENS.

 

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Dininha/Nilceu

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        VAMOS DANÇAR?

 

        MÚSICA: O SANFONEIRO

 

 


O baile lá na roça
Foi até o sol raiar
A casa estava cheia
Mal podia se andar!
Estava tão gostoso
Aquele reboliço
Mas é que o sanfoneiro
Só tocava isso!

De vez em quando alguém
Vinha pedindo pra mudar
O sanfoneiro ria
Querendo agradar!
Diabo é que a sanfona
Tinha qualquer enguiço!
Mas é que o sanfoneiro
Só tocava isso!

 

Dininha/Nilceu

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        OS FESTEIROS  E OS  MILHÕES  DE  HERDEIROS

 

 

      Embora o número de pessoas chamadas

 

      João e Pedro esteja diminuindo, observan

      do-se relações de candidatos aprovados

       nos exames vestibulares, listas de empre

       gados, relações as mais diversas, nota-se

       a grande popularidade do nome Antonio,

       sozinho ou em combinação com outros

       (José Antonio, Antonio Roberto etc.), só

       perdendo geralmente para José. 

       Antonio é também o nome que dá maior

      número de apelidos familiares, os chama

      dos hipocorísticos. São incontáveis em

      nossas famílias apelidos como Tonho,

     Tonio, Toninho, Tonico, Nico, Nino, An

      toninho. Os outros dois santos de junho

      são relativamente pobres em hipocorís

      ticos (João - Janjão, às vezes Juca; Pe

      dro - Pedroca, Doca), embora seja co

      mum aparecerem na forma diminutiva

     Joãozinho e Pedrinho.

Dininha/Nilceu

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         Caruaru, Parintins: festas  e reconhecimento

 

 

       Não é preciso dizer que a partir do crescimento de

 

       suas festas, Caruaru e Parintins viram suas bases

 

       econômicas e culturais sofrerem grandes mudanças.

 

       E nota-se que este desenvolvimento tem um ritmo

 

        particular, sustentado pelos interesses turísticos e

 

       econômicos, mas também pelo incentivo da popula

 

       ção local, que participa ativamente, introduzindo inclu

 

       sive novos elementos na festa. Pode-se portanto ob

 

       servar ao menos uma conseqüência dos fatos que vi

 

       mos aqui: a da introdução de novos valores no siste

 

       ma da festa (estéticos, econômicos, de prestígio etc.)

 

       que coloca em questão, para alguns, os valores comu

 

       nitários e mais precisamente, a relação de seus me

 

       mbros com as novas presenças nas festas, sejam elas

 

       CONTINUE....

Dininha/Nilceu

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        LEIA  O  RESTANTE !

 

 

       a dos turistas, da mídia, das empresas interessadas

 

        no consumo que a festa desperta ou outros. Assim, a

 

        festa vai transformando inclusive o critério de “perten

 

        cimento” que ela mesma proporcionava e que consti

 

        tuía uma de suas forças principais. As festas eram das

 

        famílias, dos parentes que chegavam, que se uniam ao

 

       redor das fogueiras ou dos bois para compartilhar as

 

       comidas típicas e os valores em relevo no período da

 

       festa. A leitura das festas era feita principalmente refe

 

       rindo-se a um contexto local, familiar, original, da qual

 

       ela retirava seu sentido. Atualmente todo este universo

 

       vem sendo ressignificado e embora alguns lamentem

 

        a “invasão”, outros vêem nela um elemento positivo,

 

        que permite a inserção das comunidades locais no con

 

        texto nacional da qual se consideravam distanciadas.

 

Dininha/Nilceu

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        AS  FESTAS E OS  BACAMARTEIROS

 

      Os Bacamarteiros são outra atração dos festejos

       juninos. Com os seus “poderosos” bacamartes

        eles atiram para festejar o Santo Antônio casa

       menteiro, o nascimento de São João Batista e

       São Pedro. Por ter em suas origens raízes milita

       ristas, os Bacamarteiros se apresentam divididos

       em "batalhões", sob as ordens de um "comandan

        te", e vestidos com roupas iguais de “azuarte” (es

       pécie de brim, azul índigo, parecido com jeans). O

       harmônico de oito baixos, o triângulo, a zabumba

       de couro curtido e os pífaros animam as apresen

      tações dos batalhões de Bacamarteiros (Carnei

       ro, 1974; Souto Maior & Valente, 1988 e outros).

       A tradição dos Bacamarteiros é centenária e pas

       sa de pai para filho. É tão importante e tão levada

       a sério que, quando o pai morre e não há filhos ho

       mens na família, é a filha ou esposa quem toma seu

        lugar no batalhão, mantendo o costume. Os baca

        martes são, em sua maior parte copiados de mode

        los de antigas granadeiras usadas pelas tropas ser

        tanejas que lutaram na Guerra do Paraguai.

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      Os balões

 

      

       A saciedade “Amigos do Balão” nasceu em

 

       1998 para defender a presença do ‘balão juni

 

       no’ nessas festividades. O padre jesuíta

 

       Bartolomeu de Gusmão e o inventor Alberto

 

       Santos são figuras ilustres entre os brasilei

 

       ros por soltarem balões por ocasião das fes

 

       tas juninas po

 

     

                         SIGA.....

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        CONTINUE......

 

       dem provocar ao caírem em urna floresta,

 

       refinaria de petróleo, casas ou fábricas. Es

 

       sa brincadeira virou crime em 1965, segun

 

       do o artigo 26 do Código Florestal.   Também

 

 

 

 

       está no artigo 28 da lei das Contravenções

 

       penais, de 1941. O infrator pode ir para a

 

       cadeia. Não obstante, essa prática vem re

 

           SIGA......

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       CONTINUE.....

 

 

       sistindo às proibições das autoridades. Ge

 

       ralmente, os balões trazem inscrições de

 

       louvores aos santos de devoção dos fiéis,

 

       como por exemplo, “VIVA SÃO JOÃO!! !“,

 

       ou a outro santo qualquer comemorado nes

 

       sas épocas.

 

 

           SIGA....

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       CONTINUE....

 

    

 

       Todos os cultos das festas juninas estão re

 

       lacionados com a sorte. Por isso os devo

 

       tos acreditam que ao soltar balão e ele su

 

       bir sem nenhum problema, os desejos serão

 

       atendidos, caso contrário (se o balão não al

 

       cançar as alturas) é um sinal de azar.

       A tradição também diz que os balões levam

       os pedidos dos homens até São João. Mas

       tudo isso não passa de crendices populares.

 

Dininha/Nilceu

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Uma Suposta Origem

 das Festividades juninas,

julinas, agostinas

 

       Para as crianças católicas, a explicação

       para tais festividades é tirada da Bíblia

       com acréscimos mitológicos. Os católi

       cos descrevem o seguinte:

 

      “Nossa Senhora e Santa Isabel eram

      muito amigas. Por esse motivo, costu

      mavam visitar-se com freqüência, afi

      nal de contas amigos de verdade cos

       tumam conversar bastante. Um dia,

       Santa Isabel foi à casa de Nossa Se

       nhora para contar uma novidade: esta

       va esperando um bebê ao qual daria

       o nome de João Batista. Ela estava

       muito feliz por isso! Mas naquele tem

       po, sem muitas opções de comunica

       ção, Nossa Senhora queria saber de

       que forma seria informada sobre o

 

        Continue....

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      nascimento do pequeno João Batis

       ta. Não havia correio, telefone, muito

       menos Intemet. Assim, Santa Isabel

      combinou que acenderia uma foguei

       ra bem grande que pudesse ser vista

       à distância. Combinou com Nossa Se

       nhora que mandaria erguer um grande

      mastro com uma boneca sobre ele. O

       tempo passou e, do jeitinho que com

      binaram, Santa Isabel fez. Lá de lon

       ge Nossa Senhora avistou o sinal de

       fumaça, logo depois viu a fogueira. Ela

       sorriu e compreendeu a mensagem.

 

 

               Continue....

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Mais..

       Foi visitar a amiga e a encontrou com

       um belo bebê nos braços, era dia 24

       de junho. Começou, então, a ser fes

       tejado São João com mastro, fogueira

       e outras coisas bonitas, como fogue

       tes, danças e muito mais!”.

       Como podemos ver, a forma como é

       descrita a origem das festas juninas é

        extremamente pueril, justamente para

       que alcance as crianças.

       As comemorações do dia de São João

       Batista, realizadas em 24 de junho, de

       ram origem ao ciclo festivo conhecido

        como festas juninas. Cada dia do ano

        é dedicado a um dos santos canoniza

       dos pela Igreja Católica. Como o núme

       ro de santos é maior do que o núme

       ro de dias do ano, criou-se então o dia

       de “Todos os Santos”, comemorado

       em 1 de novembro. Mas alguns santos

       são mais reverenciados do que outros.

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         FESTAS JULINAS

 

       Nessa época, muitas festas animam as co

       munidades espalhadas pelo Brasil. Os gaú

       chos costumam realizar a primorosa dança

       das fitas. No norte do país, o boi-bumbá

       exibe o capricho com que o povo da região

       preserva sua tradição. Já em muitas cida

       des do Centro-Oeste são apreciadas as dan

       ças do cururu acompanhadas por viola e rit

       madas pelo sapateado e pelo canto cheio

      de rimas dos dançarinos. Na região Sudes

      te, o que mais se vê são as barraquinhas

      de quermesse que promovem sorteio de

      prendas e que vendem, além de algumas

      comidas típicas da época do Brasil agríco

       la - milho cozido, pinhão cozido, cuscuz ,

       bolo de fubá -, iguarias que se populari

       zaram no país com a chegada dos imigran

       tes europeus, como quibe, esfiha e pizza.

       No Nordeste, os participantes de uma fes

       ta junina podem saborear doces brasilei

       ros como o bolo de mandioca e tomar par

       te do popular forró que, com suas músicas

      alegres e contagiantes, faz todo mundo

      dançar.

      Atualmente, festas famosas atraem mui

      tos turistas, como as de Caruaru, em Per

      nambuco; de Fortaleza, no Ceará; de Cam

      pina Grande, na Paraíba; e do Sesc Itaque

      ra, em São Paulo.

Dininha/Nilceu

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        NÃO PARE  DE DANÇAR !

 

         O SHOW NÃO PODE PARAR !

 

Dininha/Nilceu

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