Viva Santo Antonio!! Viva São João!!! Viva São Pedro!!!




















*****



AGORA QUE VOCÊ DANÇOU

BASTANTE; QUE TAL SE

FARTAR DAS GULOSEIMAS

E TOMAR AQUELE QUENTÃO?

E !

CLIQUE NAIMAGEM ABAIXO!

*****



SABOREIE AS GULOSEIMAS!

*****







































CAPELINHA DE MELÃO/MÚSICA COMPLETA/COM ALBERTO RIBEIRO E BRAGUINHA





































Lay Dininha








































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12/08/2007 a 18/08/2007

08/07/2007 a 14/07/2007

01/07/2007 a 07/07/2007

24/06/2007 a 30/06/2007

17/06/2007 a 23/06/2007

Créditos








         VÉSPERA  DE  SÃO JOÃO:  VEJA QUE

         HISTÓRIA INTERESSANTE , E DEPOIS...

         CAIA  NA FOLIA !

 

       Uma história do princípio do mundo. 

 

  Um dia, Nossa Senhora, que trazia o Nosso Senhor

  Jesus Cristo, foi visitar a sua prima Santa Isabel,

   que também trazia em seu bendito seio a S. João

   Batista. Apenas as duas sagradas primas se avis

   taram, o divino Batista, que não tardava a nascer,

   se ajoelhara em adoração a Jesus. 

   Santa Isabel, que isto sentira, não tardou em comu

   nicar o milagre à Virgem, que, exultando, perguntou

   -lhe: "Que sinal me dareis, quando nascer vosso fi

   lho?" - "Mandarei plantar nesta montanha um mas

   tro com uma boneca e acender em torno uma ran

   de fogueira", respondeu-lhe.

        SEGUE  ABAIXO ...

Festa Junina

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   CONTINUE....

   

   E de feito: na véspera de S. João, a Mãe de Deus,

   vendo de sua morada uma fumacinha, labaredas e

   o mastro, partiu, indo visitar Santa Isabel.

   Desde então - concluiu a boa velha - é que se fes

   teja o santo com mastros e fogueiras

   - Oh!... Que história tão bonita"... interrompeu um

   dos ouvintes.

   - Já agora, escutem outra, meus filhinhos; tem o

   memo motivo e é da mesma data: é do tempo em

   que nem eu nem vocês sonhávamos de nascer, e

   que a tera estava toda coberta de água.

   - Conte, vovó, conte! Tão bonito!

   E a velhinha, alisando os cachos de cabelos brancos,

   deixando pender os braços sobre as pernas cruza

   das, sorveu um pequeno ronco, abriu a boca desden

   tada, prosseguindo:

   - É o resto da história.

   Anos depois, quando Santa Isabel cantava, ninando o

   seu bendito filho, este lhe perguntou: - "Minha mãe,

   quando é o meu dia?". - "Dorme, meu filhinho, dorme;

   logo que ele for, eu te direi". E S. João dormiu.

   Acordando, porém, na noite de S. Pedro, e ouvindo os

   foguetes e vendo fogueiras acesas, insistiu: - "Minha

   mãe, quando é o meu dia:" - "O teu dia já passou",

   acudiu-lhe ela. - "Ora, minha mãe, por que não me dis

   se, que eu queria ir brincar na terra?"

   - Sim, por que não disse - retorquiram pesarosos os

   meninos.

   - Santa Isabel teve razão, meus netinhos; se São Jo

   ão descesse do céu, o mundo se arrasaria em fogo!

   Estas tradicionais histórias eram correntes em toda a

   parte, dando-lhe inteiro crédito gerações que se fo

   ram e gerações que ainda existem.

 

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           VEM  DANÇAR  ;VOCÊ  ESCOLHE  O RITMO !

 

     Trajes usados nas  danças

 

   No fim do século XIX as damas que dançavam

   a quadrilha usavam vestidos até os pés,

   sem muita roda, no estilo blusão, com gola

   alta, cintura marcada, mangas "presunto" (co

   mo são?) e botinas de salto abotoadas do la

   do. Os cavalheiros vestiam paletó até o joelho,

   com três botões, colete, calças estreitas, cami

   sa de colarinho duro, gravata de laço e botinas.


   Hoje em dia, na tradição rural brasileira, o

   vestuário típico das festas juninas não difere

    do de outras festas: homens e mulheres

    usam suas melhores roupas. Nos centros ur

    banos, há uma interpretação do vestuário

    caipira ou sertanejo baseada no hábito de

    confeccionar roupas femininas com tecido de

     chita florido e as masculinas com tecidos de

     algodão listrados e escuros. Assim, as roupas

     usadas para dançar a quadrilha variam confor

    me as características culturais de cada região

     do país.


    Os trajes mais comuns são: para os cavalhei

    ros, camisa de estampa xadrez, com imita

    ção de remendos na calça e na camisa, cha

    péu de palha, talvez um lenço no pescoço

    e botas de cano; as damas geralmente usam

    vestidos com estampas florais, de cores for

    tes, com babados e rendas, mangas bufantes

    e laçarotes no cabelo ou chapéu de palha.

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PRA DANÇAR  !

 

  Bumba-meu-boi

 

 Dança dramática presente em várias festivida

 des, como o Natal e as festas juninas, o

 bumba-meu-boi tem características diferentes

 e recebe inclusive denominações distintas

  de acordo com a localidade em que é apre

 sentado: no Piauí e no Maranhão, chama-se

  bumba-meu-boi; na Amazônia, boi-bumbá;

 em Santa Catarina, boi-de-mamão; no Recife,

 é o boi-calemba e no Estado do Rio de Janei

 ro, folguedo-do-boi.


 O enredo da dança é o seguinte: uma mulher

 chamada Mãe Catirina, que está grávida, sen

 te vontade de comer língua de boi. O marido,

  Pai Francisco, resolve atender ao desejo da

 mulher e mata o primeiro boi que encontra.

 Logo depois, o dono do boi, que era o pa

 trão de Pai Francisco, aparece e fica muito

  zangado ao ver o animal morto. Para con

 sertar a situação, surge um curandeiro, que

  consegue ressuscitar o boi. Nesse momento,

  todos se alegram e começam a brincar.


 Os participantes do bumba-meu-boi dançam

 e tocam instrumentos enquanto as pessoas

 que assistem se divertem quando o boi ame

 aça correr atrás de alguém. O boi do espetá

 culo é feito de papelão ou madeira e recober

 to por um pano colorido. Dentro da carcaça,

  alguém faz os movimentos do boi.

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CONHEÇA ESSA DANÇA !

 

  Lundu (lundum/londu/landu)

 

  De origem africana, o lundu foi trazido para

  o Brasil pelos escravos vindos principalmen

 te de Angola. Nessa dança, homens e mulhe

 res, apesar de formar pares, dançam soltos.


 A mulher dança no lugar e tenta seduzir com

  seus encantos o parceiro. A princípio ela

  demonstra certa indiferença, mas, no desen

 rolar da dança, passa a mostrar interesse pe

 lo rapaz, que a seduz e a envolve. Nesse mo

 mento, os movimentos são mais rápidos e re

 velam a paixão que passa a existir entre os

  dançarinos. Logo o cavalheiro passa a provo

 car outra dama e o lundu recomeça com a mes

 ma vivacidade.


 O lundu é executado com o estalar dos de

 dos dos dançarinos, castanholas e sapatea

 do, além do canto acompanhado por guitar

 ras e violões. Em geral a música é executada

  como compasso binário, com certo predomí

 nio de sons rebatidos.


 Essa dança é típica das festas juninas nos

 estados do Norte (como parte da quadrilha

 tradicional e independente desta), Nordeste

  e Sudeste do Brasil

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DANCE



 Cateretê

 

 Dança rural do Sul do país, o cateretê foi intro

 duzido pelos jesuítas nas comemorações em

 homenagem a Santa Cruz, São Gonçalo, Es

 pírito Santo, São João e Nossa Senhora da

 Conceição. É uma dança bastante difundida

 nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e

  Minas Gerais e também está presente nas fes

 tas católicas do Pará, Mato-Grosso e Amazonas.


 Nas zonas litorâneas, geralmente é dançado

 com tamancos de madeira dura. No interior des

 ses estados, os dançarinos dançam descalços

 ou usam esporas nos sapatos. Em algumas ci

 dades o cateretê é conhecido como catira.


 Em geral, o cateretê é dançado apenas por

 homens, porém em alguns estados, como

 Minas Gerais, as mulheres também participam

 da dança. Os dançarinos formam duas filei

 ras, com acompanhamento de viola, cantos, sa

 pateado e palmas. Os saltos e a formação em

  círculo aparecem rapidamente. Os dançarinos

  não cantam, apenas batem os pés e as mãos

  e acompanham a evolução. As melodias são

 cantadas por dois violeiros, o mestre, que can

 ta a primeira voz, e o contramestre, que faz a se

 gunda.

Festa Junina

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           FORRÓ: TEM  QUE  DANÇAR  AGARRADINHO

   

    O ritmo nordestino ganha o coração dos per

    nambucanos e dos visitantes nas festas de

    São João. Seja para ouvir ou para dançar, o

    som do forró embala a todos e agita os sa

    lões pela madrugada adentro. Haja Folêgo!

    Saber um pouco mais de suas origens e seus

    principais incentivadores é um bom começo

    para entender o seu poder de sedução. O

    próximo passo é cair na dança. Existem lu

    gares na cidade que adotaram o ritmo e vêm

    atraindo muitos adeptos.

    Para quem ainda não domina os passos, vá

    rias academias estão oferecendo cursos in

    tensivos que prometem deixar qualquer per

    na-de-pau parecendo um forrozeiro profis

    sional. Fique por dentro do ritmo, porque as

    festas estão apenas começando!

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DIVIRTA-SE  MAIS  !

 

CAPELINHA DE MELÃO

 

Capelinha de Melão


É de São João


É de cravo, é de rosa


É de manjericão

===

Apanhei rosas pelos caminhos


As mensageiras do meu amor


Tu me fizeste com os seus espinhos


Uma coroa de dor

===

Mandei-te cravos, tu não ligaste


E nem lhes deste nenhum valor


Com duros cravos tu me pregaste


Na cruz do teu falso amor

Festa Junina

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                      MASTROS, BANDEIRINHAS

                      E SÍMBOLOS LITÚRGICOS



    A origem provável do mastro está ligada à remi

    niscência dos cultos agrários em cerimônias de

   agradecimentos à fecundação das sementes.

    Sua caracterização, quanto à altura está relacio

    nada com a fé. Quanto maior a altura, mais sim

    boliza a grandeza da devoção do povo. Deve ser

    o mais perfeito e reto possível, traduzindo a cor

    reção dos princípios religiosos do “festeiro” e do

    “Capitão do Mastro”. Quanto à cor, poderá ter o

    tom natural, porém sem casca. Quando pintada,

    caiada de “branco” ou em cores geralmente em

    duas tonalidades, dispostos em listras (barras)

    horizontais. Alguns atendem para as cores simbó

    licas de cada Santo, estabelecidas pela liturgia da

    Igreja, ou seja, as normas religiosas.

    Antigamente, usavam enfeitar ao longo do mas

    tro com folhas verdes, espigas de milho, frutas e,

    em especial, laranjas e bergamotas, que, de acor

    do com a crendice popular, ficavam mais doce de

     pois da noite de São Pedro.

                      BANDEIRINHAS



    Com referência as bandeirinhas, devem ser de te

    cido liso, bordada com aplicações ou pintada com

    símbolos da liturgia católica ou com mensagens re

    ligiosas. As bandeirinhas são colocadas num qua

    drilátero de madeira ou metal, dando-se preferên

    cia à forma que permite girá – las ao redor do mas

    tro.

                      SÍMBOLOS LITÚRGICOS



    Os símbolos litúrgicos aparecem nas bandeirinhas.

    As chaves do céu ou o peixe são símbolos litúrgi

    cos ligado a São Pedro.

    A flor do lírio ou o desenho de um coração é o sím

    bolo litúrgico ligado a Santo Antônio.

    A presença da concha com que lembra o batismo

    de São João Batista, ou ainda uma cruz envolta por

    uma banda branca com os dizeres: “Eis o cordeiro

    de Deus”, ou ainda a figura de um cordeirinho.

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              Acendimento das fogueiras



   As fogueiras são habituais nas festas juninas,

   mas cada uma delas tem características especi

   ais. “O fogo é purificador e a chama é o símbolo

   da ascensão da prece ou da própria alma no céu.

   No meio urbano, as fogueiras são armadas em ter

   renos baldios, em combinação com os vizinhos de

   determinados quarteirões ou com os moradores

   de um bairro, juntamente com o Corpo de Bombei

   ros, Brigada Militar. As fogueiras são armadas e

   acesas como parte integrante da programação

   das Festas Juninas promovidas pelas diversas ins

   tituições

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          As tradicionais fogueiras

 



   O mestre folclorista brasileiro Renato Almeida,

   em sua obra Manual de Coleta Folclórica, assim

   se expressa: “O fogo é purificador e a chama

   símbolo da ascensão da prece ou da própria al

   ma ao céu. Daí sua importância nos cultos, parti

   cularmente no católico com toda a simblica das

   velas, das lamparinas e das tochas. O fogo é aben

   çoado nas cerimônias pascais. É protetor mágico,

   pois tem o poder de afastar monstros noturno, pe

   lo que selvagens e primitivos caminham de noite

   com tições em chama. É propiciatório e os festivais

   ígneos são dos mais velhos costumes da humanida

   de, onde muitas vezes se sacrificam homens e ani

   mais no fogo.”

   ...”O fogo se associa aos ritos agrários, em nume

   rosas cerimônias relativas à fecundação, não só

   no reino vegetal, como no animal. As fogueiras,

   por exemplo, foram feitas como fertilizantes dos

   campos, onde tições eram plantados ou levados

   processionalmente. As nossas de São João e de

   outros Santos representam a cristianização dos

   ritos”.

   O fogo acompanha a vida do ser desde os primór

   dios da humanidade e está relacionado, entre ou

   tros, com um sentido mágico, pois é uma das po

   derosas forças do universo. Sendo o fogo elemen

   to tão importante na vida do homem, consegue-

   se compreender o quanto as crianças e adultos

   sentem-se atraídos pelas fogueiras acesas no Ci

   clo Junino.

   A fogueira era uma maneira de certos povos do

   hemisfério Norte comemorarem a chegada da

   época das colheitas e o dia 24 de junho coincidia

   com o solstício do verão. Segundo alguns: “para

   eles a fogueira representava a fixação e a con

   servação da força do sol, um espantalho para as

   calamidades e os demônios”.

   A brincadeira de “pular a fogueira” faz parte da

   tradição, sendo considerada um gesto, que traz

   sorte, principalmente no amor. Outro aspecto tra

   dicional é caminhar descalço sobre as brasas. É

   um agrado ao santo, que não deixa os pés dos

   seus devotos queimados. Mas os devotos avisam:

   a fogueira não pode ser de pneu, tem que ser de

   lenha, madeira comum e só deve caminhar sobre

   as brasas quem tiver fé no Santo. A fogueira cen

   traliza a festa, mesmo depois de extinta, os namo

   rados, de mãos dadas, ainda pulam por cima de

   suas brasas.

   O festeiro escolhido para comandar os festejos

   de qualquer um dos santos de junho, deve esco

   lher um bom Capitão do Mastro e um bom Alfe

   res da Bandeira, os quais organizarão a foguei

   ra, tratarão da implantação do Mastro para a

   Bandeira e mandarão confeccionar (onde não

   existir) a própria Bandeira. É adequado, tam

   bém fincar-se um pau-de-sebo no local da fes

   ta, para diversão da piazada.

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     CRENDICES DE SÃO JOÃO



   Na noite de São João é comum a execução de

   “provas”, que, na maioria das vezes, versam

   sobre o namoro e o casamento, podendo tam

   bém dar pistas sobre viagens e mortes. Cita

   mos algumas:

   1-Água na boca: encher a boca de água e colo

   car-se atrás da porta da rua. O primeiro nome

   que for ouvido, indica ser o(a) futuro(a) pre

   tendente.

   2-Dentes de alho: plantar três dentes de alho,

   cada um com o nome de um(a) pretendente. O

   primeiro que brotar indicará o nome do futuro

   marido ou esposa.

   3-Faca na bananeira: enterrar uma faca nova

   no tronco de uma bananeira. Antes de apare

   cer o sol, retirar a faca e verificar a escrita da

   inicial do(a) pretendente ou um desenho sig

   nificativo.

   4-Aliança no fio: colocar água até a metade de

   um copo. Contar as batidas dadas pela aliança

    e suspendê-la sobre o copo. Contar as batidas

   dadas pela aliança nas paredes do copo. Elas

    indicarão quanto tempo falta para o casamento.

    5-Rolinhos na água: escrever o nome dos(as)

   pretendentes em pequenos papeizinhos, enrolan

   do-os e deixando um em branco. Colocar os roli

    nhos numa bacia com água. Pela manhã, verific

   ar qual deles está desenrolado. O nome ali escri

   to é o do(a) futuro(a) pretendente, se for o em

   branco, não vai haver casamento.

   6-Feijão indicador de riqueza: colocar três grãos

   de feijão embaixo do travesseiro. Um descasca

   do, outro descascado pela metade e outro com

   casca. Pela manhã, pegar um sem olhar. Se for

   com casca, o(a) noivo(a) será rico; metade des

   cascado, será meio remediado e se for descasc

   ado, será pobre.

   7-Tição: retirar da fogueira antes do sol sair e

   guardar, pois se torna bento. Acendê-lo em dia

   de tormenta.

   8-Vela: deixá-la no sereno, na noite de São Jo

   ão. Adquire poderes santificados.

   9-Cacimba: ir à frente, enxergar-se na água e

   depois lavar o rosto, antes do sol nascer. Traz

   boa saúde.

  10-Fogueira: passar descalço por cima das bra

   sas. Se não queimar os pés é porque não tem

   pecado, tem alma limpa.

   11-Água: colher água no arroio ou cacimba an

   tes do sol sair e quando cantar o primeiro galo.

 
   Serve para benzer os cantos da casa por ocasi

   ão de tempestade e livrar o gado da peste.

   12-Pega-se um pedaço de papel e pinga-se tin

    ta no centro, logo após dobra-se em quatro par

    tes. A meia-noite abre-se e o desenho formado

    indicará o futuro da pessoa, tal como viagem,

    casamento, morte, etc.

    13-Colocam-se, em um prato de sopa com água,

    duas agulhas virgens. Faz-se um pedido e aguar

    da-se. Se as agulhas se juntarem, a resposta é

    afirmativa, se ficarem afastadas é negativa.

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    São João

 

   É a festa junina mais popular no Estado, com

   os gaúchos acendendo fogueiras em incontá

   veis municípios. São João é o santo mais feste

   jado socialmente no Rio Grande do Sul e em

   todo o Brasil, também é considerado o santo

   protetor / padroeiro das mulheres grávidas.

   É comemorado no dia 24 de junho, com fo

   gueiras acesas em todos os rincões para re

   cordar o seu nascimento. São João Batista

   era primo de Jesus Cristo. Segundo a crença

   popular, era um pregador intolerante e áspe

   ro. No entanto, São João é cultuado pelo po

   vo como um santo amável, alegre e festeiro.

   Conta a lenda que “Santa Izabel, mãe de São

   João era prima da Virgem Maria. São João

   não havia nascido ainda, mas era esperado.

   Ora, Santa Isabel prometeu à Virgem avisá-

   la logo que criança nascesse. As duas casas

   não eram muito distantes, de modo que de

   uma se avistava a outra, com um pouco de

   esforço.

   Numa noite bonita, de céu estrelado, São João

   veio ao mundo. Para avisar a Virgem, Santa

   Isabel mandou erguer, na porta de sua casa,

   um mastro e acendeu uma fogueira que o ilu

   minava. Era o aviso combinado.

   A Virgem Maria correu logo a visitar a prima.

   Levou-lhe de presente uma capelinha, um fei

   xe de folhas secas e folhas perfumadas para

   a caminha do recém –nascido”.


   (lenda sem fundamentação da Bíblia católica)

   E desde essa época, São João é festejado

   com mastro, fogueira e capelinha, que lem

   bram o seu nascimento.

   A roupa adequada para essa ocasião é a “gau

   chesca de festa”. A comida é galinha frita, as

   sada ou com arroz, batata-doce, pinhão, pre

   parado de vária maneiras, o amendoim, a pi

   poca, a cangica, os doces campeiros. Assar

   churrasco, ainda nas brasas da fogueira, se

   ria um desrespeito ao santo. Bebe-se cacha

   ça, quentão, jacuba ou capilé.

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        MAIS SIMPATIAS; APROVEITE  RSRS

 

 

 

 

 

  Simpatia para saber quem  será seu

  próximo amor


  Na noite do dia do santo, reserve um pouquinho de ca

  da coisa que comeu no jantar e faça um prato para S.

  Pedro. Antes de dormir, prepare a mesa, colocando to

  alha branca, talheres e arrume tudo bem bonito. Preste

  atenção nos seus sonhos: seu futuro amado aparecerá

  neles!(entre no peso e  conquiste um novo amor).

 

    Simpatia para saber se vai entrar dinheiro

 


  No dia do santo (23/6), pegue uma rama de folhas

  de louro e passe 7 vezes pela chama de uma vela.

  Depois, jogue-o sobre o telhado (ou em uma par

  te do prédio ao ar livre onde você possa encontrá

  -lo no dia seguinte). Se 24 horas depois ele ainda

   estiver verde, sinal de dinheiro para este ano. Mas

   se estiver escuro ou retorcido, cuidado! Dificulda

  des financeiras à vista.

 

Simpatia para mudar para uma

  casa nova


  No dia do santo, durma com uma chave sob o traves

  seiro, embrulhada em tecido branco. Na hora de em

  brulhar a chave, visualize com detalhes a casa que

  quer encontrar. Enquanto você dorme, S. Pedro pro

  cura a casa dos seus sonhos e a coloca em seu cami

  nho.

 

Festa Junina

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                    SUPERSTIÇÕES  E  SIMPATIAS

 



     Como surgiram as superstições, as crendices que

 

     circulam entre os velhos e moços é quase impos

 

     sível registrar o como, o onde e o porquê, mas os

 

     velhos ditados populares, como reza a tradição

 

     oral, passa de geração a geração e dentre elas, lem

 

     bramos algumas que também revelam o lado brin

 

     calhão e crente do homem nordestino.


   ...quem brinca com fogo mija na cama.


   ... quem queima os cabelos fica doido.


   ... quem apaga o fogo com água perde a sorte.


   ... o casal que pular a fogueira casará este ano.



   Há quem acredita e há quem faz as simpatias por

   brincadeira, no clima da festa e ainda há quem se

   quer ouviu falar dessas crendices, mas a memória

   coletiva do povo registrou e hoje temos uma varie

  dade de adivinhações e sortes, como pesquisou

   Leny de Amorim e Silva.

   Para arrumar um bom casamento

   Embrulhe 16 folhas de laranjeiras com um pedaço

   de papel escrito com o seu nome e guarde debaixo

   do colchão por 16 dias seguidos. Depois separe oit

  o folhas e deposite aos pés de Santo Antônio numa

  igreja. Com as oito folhas restantes faça uma espé

  cie de chá, adicione mel e perfume verbena, e tome

  um banho do pescoço para baixo. Mas não jogue fo

  ra essas folhas. Elas devem ser colocadas nos pés

  de Santo Antônio no momento em que estiver sen

  do realizado um casamento. É importante que você

  faça com muita fé.



Oração das moças



Ao levantar:


   Dai-me um marido , Senhor!


   De mim tendes piedade!


   Bem sabeis meu Deus, que o peço


   Com muita necessidade!


         Ao deitar:


  Toda noite me pertubas


  o meu sono, amor ladino!


  Vens visitar-me travesso...


  Mas por que és tão pequenino?

 

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QUADRILHA:   ORIGEM



  Originária das velhas danças populares das áreas

  rurais da Normandia e da Inglaterra, a quadrilha

  chega ao Brasil através dos mestres franceses

  Milliet e Cavalier, como uma das danças de sa

  lão preferidas pela nobreza do século XVIII e XIX.


  O pesquisador Lula Gonzaga diz textualmente

  que a quadrilha "tornou-se uma das mais anima

  das danças de salão da Europa, nos Estados Un

  idos e no Brasil durante o século XIX. Esta dança

   palaciana teve gosto na França no século XVIII,

  sendo muito popular na era napoleônica. Foi re

  gistrada na Inglaterra em 1815 e em Berlim em

  1820. A data desta manifestação no Brasil foi pos

  sivelmente em 1820, quando sua presença era

  notada em festas palacianas em várias comemo

  rações e até no carnaval.


  No Brasil, os grupos da elite imperial, que procu

  ravam acompanhar o gosto europeu em termos

  de moda, leitura, danças, e até comida, trouxeram

   o costume daquele continente no início do sécu

  lo XIX."


  Esses costumes popularizaram-se de tal forma e

  em toda a parte, que perderam um pouco de sua

  pose aristocrática, saindo dos salões palacianos

  para ruas e clubes populares.

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           OS ANFITRIÕES  DAS FESTAS  JUNINAS :

 

      SANTO ANTÔNIO (13-06)

 

  Além de casamenteiro, Santo Antônio é invo

  cado para achar coisas perdidas. É uma prá

  tica comum, no dia em sua homenagem, os

  jovens fazerem simpatias e "adivinhações"

  para conquistar alguém ou descobrir quan

  do irá se casar.

  O padroeiro dos namorados era português,

  de uma família tradicional de Lisboa e foi or

  denado sacerdote aos 23 anos. Seu nome

  verdadeiro era Fernando de Bulhões e se

  tornou Antônio quando ingressou na Ordem

  de São Francisco de Assis. Começou a fazer

  os primeiros milagres na África, onde foi pre

  gar o evangelho. Morreu em Pádua, na Itália,

  em 13 de junho de 1231.

  Essa é a razão da escolha do dia em sua ho

  menagem. O local de sua morte tornou-se

  seu sobrenome, ficando então conhecido co

  mo Santo Antônio de Pádua.

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                 SÃO JOÃO ( 24-06)

 


  Vários costumes juninos representam atos em

  homenagem a São João. A fogueira, por exem

  plo, lembra o anúncio do nascimento de João

  Batista, filho de Isabel e primo de Jesus, à Vir

  gem Maria. Como era noite e Isabel morava

  em uma colina, esta foi a forma encontrada

  para o aviso.

  Por este motivo, nas noites de junho são

  montadas fogueiras como forma de celebra

  ção. Para a Igreja Católica, o acontecimen

  to significa algo mais, o de preparar a vinda

  de Jesus. No sertão, o batismo de João tam

  bém é lembrado com banhos à meia-noite

  no rio mais próximo.

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           SÃO PEDRO ( 29-06)

 

  Este pescador tornou-se apóstolo e acompa

  nhou todos os atos da vida de Jesus. O tra

  balho exercido antes de seguir o messias fez

  com que fosse considerado o santo dos pes

  cadores. Ele é "O porteiro do céu".

  A tradição popular interpreta uma passa

  gem bíblica, em que Jesus Cristo diz: "Eu te

  darei a chave do reino dos céus. A quem

  abrires será aberta. A quem fechares será

  fechada".

  Assim como Santo Antônio, o dia em sua ho

  menagem é o mesmo de sua morte, que

  aconteceu em Roma, em 64 d.C. Acredita-se

  que tenha sido viúvo, um dos motivos para

  a devoção das viúvas ao santo. Também é

  costume acender fogueiras e realizar procis

  sões em sua homenagem no dia 29 de junho.


  Ritmos e danças típicas das festas juninas.

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      FOGUEIRAS:  HÁ DUAS   HISTÓRIAS 

      SOBRE  ESSE  TEMA. CONFIRA !

 

 

    Fogueira, duas histórias - Para as fogueiras

 

   que são acesas nas festas juninas, existem

 

    duas explicações, a lendária e a histórica, am

 

    bas mostrando que a tradição da fogueira es

 

    tá mais ligada à festa de São João.

 

 

       UMA HISTÓRIA

 

   Na explicação lendária, quando Nossa Senhora

  foi visitar Santa Isabel, que estava prestes a

  ser mãe de São João Batista, ficou combinado

  um sinal, para quando o menino nascesse: se

  ele nascesse de dia, Isabel mandaria içar uma

  bandeira branca. Se à noite, uma fogueira avi

  saria Maria. Como João nasceu à tarde, Isabel

  determinou as duas providências. Essa seria

  também a explicação do Mastro de São João,

  e das bandeirolas coloridas que enfeitam os

  locais das festas.

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       OUTRA  VERSÃO SOBRE AS FOGUEIRAS

 

  Entretanto, pela história, o costume de se

  acender fogueiras nesta época do ano veio

  para o Brasil com os descobridores, e é um

  dos mais antigos do mundo, aparecendo em

  lendas de todos os povos. Na Europa era cos

  tume se acenderem fogueiras entre os dias

  21 e 22 de junho, em homenagem ao Sol. A

  Igreja adotou o costume, passando para a fes

  ta do santo do dia, São João. Portugueses, ita

  lianos e espanhóis trouxeram o costume para

  o Novo Mundo, onde já existia algo parecido

  nas festas ao Sol, do Peru, por exemplo.

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Balões, vindos da China

 

  **Procure  não soltar  balões . Podem causar-lhe

  danos, como queimaduras e outros!

 

  Empregados inicialmente na iluminação festiva,

  os balões, de origem chinesa, foram levados

  para Veneza, disseminando-se pela Europa e

  América. Basicamente, são um invólucro de pa

  pel de seda sanfonado, tendo no interior uma

  vela. Os mais sofisticados são decorados com

  desenhos de dragões e quiosques, templos de

  telhados recurvos, ou beldades de olhos repu

  xados e pés minúsculos, revelando assim sua

  origem chinesa. 

  As propriedades ascensórias dos balões - com

  o ar de seu interior esquentando pela vela, tor

  nando o artefato mais leve que o ar em volta -

  foram muito estudadas pelo padre santista Bar

  tolomeu de Gusmão, seguido pelos irmãos fran

  ceses Montgolfier, que fizeram seus modelos

  em escala maior, criando os aeróstatos, meio

  de transporte muito utilizado até a tragédia do

  Zeppelin. 

  Foram proibidos pelo perigo de incêndio que re

  presentam: nas cidades, pela possibilidade de

  atingirem combustíveis e materiais inflamáveis;

  e no campo por incendiarem florestas e cam

  pos. Por esse motivo, continua válida a campa

  nha "Balão no Céu, Perigo no Chão".

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            FOGOS E ROJÕES

 

 

   Uma lenda explica a tradição de se fa

  zer barulho nas festas: São Zacarias, pai

  de São João, gostava muito de crianças,

  mas Deus não lhe concedia a graça de ser

  pai. Já andava desanimado, quando um

  anjo lhe apareceu para anunciar a chega

  da do Batista. Tão grande foi sua alegria,

  que Zacarias emudeceu e assim ficou até

  o filho nascer.

  No dia do nascimento, foram lhe mostrar

  a criança e perguntar como desejava que

  o menino se chamasse. Fazendo um gran

  de esforço, Zacarias falou: - João! E, des

  se momento em diante, recuperou a voz.

   Houve, então, demonstrações de alegria

   e um barulho enorme, que deu origem às

   bombas e aos foguetes nas noites de São

  João.

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NOMES E ALGUMAS  TRADIÇÕES

 

 

   Embora o número de pessoas chamadas

   João e Pedro esteja diminuindo, obser

   vando-se relações de candidatos aprova

   dos nos exames vestibulares, listas de em

   pregados, relações as mais diversas, nota

   -se a grande popularidade do nome Anto

   nio, sozinho ou em combinação com outros

  (José Antonio, Antonio Roberto etc.), só

   perdendo geralmente para José. 

   Antonio é também o nome que dá maior

   número de apelidos familiares, os chama

   dos hipocorísticos. São incontáveis em

   nossas famílias apelidos como Tonho, To

   nio, Toninho, Tonico, Nico, Nino, Antoni

   nho. Os outros dois santos de junho são

   relativamente pobres em hipocorísticos

   (João - Janjão, às vezes Juca; Pedro -

   Pedroca, Doca), embora seja comum

   aparecerem na forma diminutiva Joãozi

   nho e Pedrinho.

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     FESTAS  JUNINAS : POR QUE

     ESSA DENOMINAÇÃO?

 

 

  Três santos têm suas festas celebradas

  em junho: Santo Antonio, no dia 13, São

  João no dia 24 e São Pedro no dia 29. Po

  pulares principalmente no interior do País,

  constam essas festas de novenas e folgue

  dos folclóricos (danças típicas em arraiais,

  brincadeiras com fogos, balões etc.) e con

  sumo de iguarias da culinária popular brasi

  leira. 

  Santo Antonio é padroeiro da cidade de Cam

   po Maior, no Piauí, e de Recife, onde o santo

   é mais festejado, com novenário, procissão

   e folguedos diversos. 

   São João é padroeiro do município de São Jo

   ão da Barra, no Rio de Janeiro, e de dezenas

   de cidades brasileiras, entre as quais Niterói,

   sendo festejado da mesma forma que Santo

   Antonio. 

   Já São Pedro tem sua festa no final de junho,

   encerrando as comemorações juninas, com

   procissões de barcos de pesca enfeitados, no

   primeiro domingo após essa data. Uma das

   principais procissões é a de Teresina, no Rio

   Parnaíba. A cidade de São Pedro da Aldeia,

   no Rio de Janeiro, também tem conhecida pro

   cissão. 

   São Pedro é nome popular de certos peixes

   em Portugal, havendo também inúmeras

   ilhas, cidades, morros e serras com seu no

   me. Em Mato Grosso existe uma cidade com

   o nome de São Pedro de Cipa. Em Minas Ge

   rais, outra, chamada São Pedro da Garça.

   Os casos mais curiosos de cidades com o no

   me desse santo encontram-se no Espírito

   Santo, onde uma delas tem o nome de São

   Pedro dos Ratos.  


(pesquisa e texto de Carlos Pimentel Mendes)

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