Viva Santo Antonio!! Viva São João!!! Viva São Pedro!!!




















*****



AGORA QUE VOCÊ DANÇOU

BASTANTE; QUE TAL SE

FARTAR DAS GULOSEIMAS

E TOMAR AQUELE QUENTÃO?

E !

CLIQUE NAIMAGEM ABAIXO!

*****



SABOREIE AS GULOSEIMAS!

*****







































CAPELINHA DE MELÃO/MÚSICA COMPLETA/COM ALBERTO RIBEIRO E BRAGUINHA





































Lay Dininha








































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12/08/2007 a 18/08/2007

08/07/2007 a 14/07/2007

01/07/2007 a 07/07/2007

24/06/2007 a 30/06/2007

17/06/2007 a 23/06/2007

Créditos








                            TREM BÃO DE  CARUARU

 

      Todo começo de tarde de sábado e domingo

      de junho, centenas de pessoas esperam pe

      los turistas do Trem na estação da RFFSA em

      Caruaru. A cada viagem mais de 600 turistas

      chegam a Caruaru e a festa fora do Trem,

       que começa na estação ferroviária, parte pa

       ra o “Pátio de Eventos Luiz Gonzaga”. Enquan

       to o Trem do Forró faz a festa para os carua

       ruenses, estes recepcionam os turistas que

       chegam, comparecendo em massa e propor

       cionando animação e calor humano caracte

       rísticos da terra. Ao todo chegam em Carua

       ru, em junho, dez Trens do Forró, ou seja,

       seis mil pessoas apenas por via ferroviária.

       O próximo momento da festa, depois da chega

       da do Trem, é o forró dançado no Pátio de Even

       tos, constituído de uma grande área para

       shows e da Vila do Forró, a cidade cenográfi

      ca. A área dos  shows possui um grande palco

       de 800 m2, que possibilita ao público assistir às

       atrações musicais de qualquer ponto do Pátio.

       Durante todo o tempo em que acontecem os

       eventos, um locutor explica, em inglês, francês

       e português, os acontecimentosda festa, orien

       tando também os turistas.

Dininha/Nilceu

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    APRENDA  ESSE  PASSO  DE QUADRILHA; OU  VOCÊ JÁ SABIA?

 

 

        Um passo interessante, mas que já é bem usa

        do (pelo menos na minha cidade) é na hora

        da grande roda, onde as damas (ou os cava

        leiros) se dirigem ao centro e fazem uma pe

       quena roda para brincar do pega...


       quando o gritador diz "Pega!" as damas (ou

        os cavaleiros) tem que correr para pegar os

        cavaleiros disponíveis na roda maior. é bem

        interessante, melhor ainda quando há dispu

        ta pelo cavaleiro em questão!


       você pode tbm promover interação com as pes

       soas que estão assistindo, ou seja, quem está

       dançando tem que "pegar" os que estão de fo

       ra.


        tem o corte, trancelim, caminho da roça, mon

        tanha russa..

        iiiiih, são tantos!

        Dicas  da Sami

Dininha/Nilceu

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          FERTIDADE DO HOMEM E DA TERRA



       Festa é sinônimo de comemoração


       e entre o profano e o sagrado,


       o Ciclo Junino,no Brasil,


       se tornou uma das manifestações


       mais populares e que, ainda hoje,


       mesmo nos grandes centros urbanos, traz


       as marcas do sincretismo religioso cristão


       e dos cultos antigos - de natureza agrária -


      que remontam aos romanos


      com sua mitologia politeísta.

        Antes mesmo do advento do Cristianismo, as

        festas juninas já eram bem populares, consi

       derando que os romanos, segundo a mitologia,

        para homenagear a Deusa Juno, realizavam ri

       tuais que exibiam as características de adora

       ção do fogo nos cultos à fertilidade da terra e

       do homem, em festivais do início do solstício

        de verão ( no hemisfério norte), quando se re

        gistram os dias mais longos do ano. 

                  SEGUE....

Dininha/Nilceu

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         CONTINUE...

        Por ser de natureza agrária, outras fontes regis

       tram que as festas juninas eram realizadas não

        só na Europa, mas também na Ásia e África

       com ritos em honra a diversas divindades, tam

        bém por ocasião do início do verão no Hemis

       fério Norte, época de colheitas de cereais. Tais

       cerimônias usavam o fogo como elemento con

       tra a fome e o frio, para afastar feras de grande

        porte e os animais fantásticos que traziam influ

        ências maléficas para as comunidades e, enfim,

       o fogo era, para os povos antigos, o símbolo do

       Sol, deus purificador e fecundador, além de re

       presentar a chama da vida e da alma.

 

     NÃO  PARE  DE  DANÇAR  !

Dininha/Nilceu

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         SÃO  PEDRO, O DIA DELE  ESTÁ CHEGANDO!

 

      Este pescador tornou-se apóstolo e acom

      panhou todos os atos da vida de Jesus. O

      trabalho exercido antes de seguir o mes

      sias fez com que fosse considerado o san

      to dos pescadores. Ele é "O porteiro do

      céu".

      A tradição popular interpreta uma passa

      gem bíblica, em que Jesus Cristo diz: "Eu

      te darei a chave do reino dos céus. A quem

      abrires será aberta. A quem fechares será

      fechada".

      Assim como Santo Antônio, o dia em sua ho

      menagem é o mesmo de sua morte, que

      aconteceu em Roma, em 64 d.C. Acredita-se

      que tenha sido viúvo, um dos motivos para

      a devoção das viúvas ao santo. Também é

      costume acender fogueiras e realizar procis

      sões em sua homenagem no dia 29 de junho ,


      além  dos ritmos e  muitas  danças típicas

      das festas juninas em geral .

 

       A  DANÇA NÃO PODE PARAR  !
 

Dininha/Nilceu

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                CANTAR , DANÇAR....DE  ONDE

             VÊM  ESSAS  MÚSICAS  JUNINAS?

 

       Sua origem remonta às escolas jesuíticas para

       índios, que a introduziram no Brasil ainda no sé

       culo XVI, tendo a mesma espalhado-se para to

      do o Brasil. Já em 1603 Frei Vicente de Salva

       dor registrava em sua obra "História do Brasil"

       que os índios eram "muito amigos das novida

       des, como do dia de São João Batista por cau

       sa das fogueiras e capelas". Das diversas fes

       tas populares, foi a primeira a criar um repertó

       rio musical próprio. Já em 1837, o padre Lopes

       Gama registrou em seu jornalzinho "O capuzei

       ro" cantigas juninas como "Acordai, acordai/Acor

       dai João/Ela está dormindo./Não acorda não".

 

          CONTINUE  LENDO...

Dininha/Nilceu

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               SIGA....

 

       Com a crescente urbanização do país, desenvol

        vida nas primeiras décadas do século, as festas

        juninas ou joaninas adquiriram um caráter de evo

       cação de um passado rural, quando, ao redor de

       fogueiras buscava-se rememorar o modo de vida

       caipira através de caracterizações no vestuário,

       linguajar e comida, além da música, através de

       uma dança coletiva, a quadrilha. A partir de 1930,

       os primeiros compositores e cantores de música

        popular vão lançar mão desse filão, através da es

       tilização de um determinado tipo de música, conhe

       cida como música de São João, assim como se

       dava em época de carnaval com os sambas e as

       marchinhas. Uma das primeiras dessas composi

       ções foi a marchinha "Cai cai balão", do composi

        tor Assis Valente, gravada em 1933 por Francisco

       Alves e Aurora Miranda na Odeon. No mesmo ano,

       SIGA....

Dininha/Nilceu

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      o Bando dos Tangarás gravou as cenas regionais

      "Festa de São João I e II", de João de Barro, tam

       bém na Odeon e Carmen Miranda e Mário Reis gra

       varam na Victor a marcha "Chegou a hora da foguei

       ra", de Lamartine Babo. Durante os anos 30 deze

       nas de músicas destinadas às festas juninas seriam

       lançadas por grandes compositores como Lamarti

       ne Babo, Braguinha, Ari Barroso e muitos outros, num

       processo que continuou até os anos 50, quando as

       transformações no mercado musical acabaram por

       relegar esse tipo de música a uma posição secundá

       ria. Em 1939 Dalva de Oliveira gravou na Colúmbia

       a marcha "Noite de junho", de João de Barro e Alber

       to Ribeiro. Outro artista que compôs e gravou diver

       sas músicas voltadas para as festas juninas foi Luiz

       Gonzaga, que, entre outras, gravou "Olha pro céu",

       parceria com José Fernandes, "Meu Araripe",

      com João Silva, e "Noites brasileiras" com Zé Dantas.

 

Dininha/Nilceu

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        A maioria  dança quadrilha; a  elite

        gosta mesmo é  da  dança palaciana.

        Entenda essa  dança!

 

              DANÇA PALACIANA



      Enquanto dança palaciana, de elite, a

      Quadrilha tinha cinco partes com mar

       cação em francês. Lula Gonzaga nos

       passa as informações mais importantes:


      1ª parte: La chaine continue des dames

      (a corrente contínua de damas).


      2ª parte: La nouvelle Traine (a nova cor

      rente).


      3ª parte:
La corbeille (a cesta de flores).


      4ª parte:
Double pastourelle (dupla pastorinha).


       Essas partes eram no andamento Alegro e Ale

        gretto e finalmente, a 5ª parte: Boulangère (pa

       deira) ou Casescroise (quebrado-cruzado). A

       quadrilha terminava por "En avant" geral ou

       "Galope", mais tarde modificado como polca,

        mazurca ou valsa.

          SIGA  A LEITURA  ......

Dininha/Nilceu

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    CONTINUE....    


       Conforme Roberto Benjamin, "a quadrilha, ho

        je associada ao casamento matuto vai se trans

        formando em um folguedo de natureza comple

        xa. O casamento matuto é a representação on

       de os jovens debocham com muita liberdade e

       malícia da instituição do casamento, da severi

       dade dos pais, do sexo pré-nupcial e suas con

       sequências, do machismo, etc. Tal representa

       ção crítica acaba por reforçar os papéis sociais

       e os valores da moral tradicional.


       Um aspecto deve ser evidenciado - os feste

       jos juninos são a festa da adolescência, e da

       juventude, talvez ainda como uma reminis

       cência dos ritos de fertilidade".

       O enredo é simples: a noiva quase sempre

       está grávida; os pais da noiva obrigam o noi

       vo a casar; este se recusa; é necessária a int

       ervenção da polícia; depois o casamento se

       realiza com o padre fazendo a parte religio

       sa e o juiz fazendo o casamento civil, sob as

       garantias do delegado e seus soldados. A

       quadrilha é o baile de comemoração do casa

       mento. O enredo é desenvolvido em liguagem

       alegórica, satirizando a situação, às vezes,

       em palavreado chulo.

 

Dininha/Nilceu

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            TRADIÇÕES  MARANHENSES

                  

    Junho é época de variedades no Maranhão.

    De muita coisa pra ver e muito ritmo dife

     rente pra ouvir e dançar. Além do Tam

     bor de crioula e Bumba-meu-boi, não fal

     tam as Quadrilhas, com seus impagáveis

     casamentos na roça, e muitas outras mani

     festações populares com ritmos e danças

     no mínimo curiosas.

     Uma que tem mexido com a cabeça e o

     corpo de quem assiste é o Cacuriá, com

     suas músicas e danças cheias de malícia.

     É executado em círculo, e se utiliza da

     percussão das caixas do Divino Espírito

     Santo, de onde vem sua origem. Atual

     mente há vários grupos de Cacuriá no

     Maranhão, sendo que em São Luís ga

     nhou destaque o Cacuriá da Dona Teté,

     que durante os festejos juninos se apre

     senta nos quatro cantos da cidade.

     Tem também a Dança do Coco, bas

     tante popular no Nordeste. Trata-se de

     uma Dança de roda cantada, com acom

     panhamentos rítmicos à base de palmas

     e instrumentos como viola e violão. E

     o Lelê, dança provavelmente de origem

     européia, também chamado Péla-Porco.


      O BOI - Figura central da brincadeira do

     Bumba-meu-boi. Seu nome é Mimoso, e

     é manipulado por um homem (miolo do

      boi), que fica no interior do animal.

     Chama a atenção o couro do boizinho, ge

      ralmente preto e delicadamente decorado

     om miçangas.


      PAI FRANCISCO (OU CHICO) - Esposo

     de Catirina. Mata e corta a língua do boi

     Mimoso para satisfazer os desejos da

     mulher grávida.


      MÃE CATIRINA - Mulher de Pai Francis

     co. É representada por um homem vesti

     do de mulher. Induz Chico a matar o boi

     Mimoso.


     AMO - Dono do boi e patrão (ou Amo),

     e Pai Francisco. É quem dirige toda a en

     cenação, tendo sempre em seu poder um

     maracá e um apito.


     CAZUMBÁ - Personagem misterioso que

     representa um ele entre os espíritos dos

     homens e dos animais que permanecem

     na terra com os vivos. Sua principal marca

     são as máscaras bastante extravagantes.


      BURRINHA - Segundo animal mais impor

     tante da brincadeira depois do boi Mimoso.

     O corpo é normalmente feito de cipó e o

     "couro" de chita.

Dininha/Nilceu

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          OUTRA  DANÇA :  FANDANGO

 

                                  Fandango

 

    Dançado em várias regiões do país em festivi

    dades católicas como o Natal e as festas juni

    nas, o fandango tem sentidos diferentes de

    acordo com a localidade. No Sul (Paraná, San

    ta Catarina, Rio Grande do Sul e até em São

     Paulo) o fandango é um baile com várias

    danças regionais: anu, candeeiro, carangue

    jo, chimarrita, chula, marrafa, pericó, quero-

    quero, cana-verde, marinheiro, polca etc. A co

    reografia não é improvisada e segue a tradição.

Dininha/Nilceu

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